
Posso dizer que vou falar sobre as mulheres brasileiras, neste grupo estão representadas as mais variadas regiões do Brasil, que tive o privilégio de encontrar quando cheguei ainda menina, à cidade de Brasília no início do ano de 2003. Mulheres que foram para mim referências nessa transição, em que a menina deu espaço à mulher, cuja convivência foi e ainda é um aprendizado. Começo pelo acolhimento, carinho, solidariedade e prestatividade da goiana, Antonia Assad, simplesmente um benzinho, a força, garra, determinação e dedicação da Flavinha Barbachan, a nordestina de Olinda, mais arretada, que tive e graças a Deus ainda tenho a felicidade de conviver, e aprender com ela entre outras coisas a ser muito mais forte, visse!
Não posso sair do nordeste, sem falar de minha flor baiana, mas com alma candanga, Aparecida Gomes, ou melhor, Cida como é naturalmente conhecida. Se existe alguém profissional ao extremo, para mim tem nome e sobrenome, aí o aprendizado é o seguinte vá um pouco além do que lhe foi solicitado, se o adicional não for necessário na ocasião, você não esta perdendo nada, pelo contrário está aprendendo e ampliando futuras oportunidades, ou no mínimo mostrando que você pode fazer um pouco mais do que foi pedido. Na Cida ainda nos impressionamos mais, quando você descobre que sua dedicação e doação vão além do campo profissional, para ela não tem barreira dentro de suas possibilidades para ajudar ao próximo.
Todos nós, para vivermos bem precisamos amar e sermos amados, para mim isto tudo tem relação direta com o prazer de viver. Alegria e paixão pela vida, é marca registrada de uma mineirinha, que também tem alma candanga, Wilma Rodrigues, não conheço ninguém mais apaixonada pela vida do que minha loura preferida no Planalto Central. Suas paixões são incontáveis, família, filhos, netos, literatura, poesia, natureza, política, amigos, profissão, voluntariado, religiosidade, dança e esportes, essa energia toda só tem uma explicação, muito amor a tudo que faz.
E o que dizer da gaúcha, a mais natural amazônica que conheço, com sangue caboclo correndo nas veias, conviver com e trabalhar com Izane Barros foi como passar de novo por outra escola de comunicação, não tenho nem palavras, sem contar atenção e paciência com uma paraense metida dando os primeiros passos profissionais, hoje vejo como fui abençoada em iniciar profissionalmente com ela, simplesmente uma fofa. Pessoa que terá sempre o meu respeito e com certeza tem um lugar muito especial no meu coração. Aliás, aprendi e ainda estou aprendendo muito profissionalmente com mulheres que sabem o que querem, tem objetivo, posicionamento firme, opinião definidas e muita determinação.
Todas serão sempre lembradas com carinho, respeito e admiração. Viver é um eterno aprendizado, nos resta a sabedoria para absorver o que o outro tem de melhor a nos oferecer, e quando sabemos o que queremos para nossas vidas e onde pretendemos chegar, nada melhor do que seguir pela nossa intuição mas sempre considerar o que dizem os mais experientes.
Com essas belas moças aprendi a ser mais mulher, assim como descobri muita coisa que farão parte de minha vida profissional, por isso não só as eu que tive o prazer de conviver ou ainda estou convivendo, serão sempre lembradas da melhor maneira possível. Parabéns as mulheres guerreiras, que choram, amam e lutam, por tudo merecem minha humilde e sincera homenagen no Dia Internacional da Mulher.
Viva todas as mulheres do nosso Brasil!


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